O diagnóstico usa 12 meses de fatura e a sua curva de carga real para apontar onde está o dinheiro — tarifa, demanda, ponta ou geração. O documento que sai dele é a própria proposta.
O diagnóstico é trabalho técnico pago, com entregável. É o que permite dizer não quando não compensa — e é por isso que a proposta que vem depois é confiável.
12 meses. É o suficiente para capturar sazonalidade e variação de demanda.
Quando necessário, instalamos medição para levantar a curva de carga real.
Adequação tarifária, ajuste de demanda, armazenamento, geração — e as combinações.
Com números, premissas e recomendação. Inclusive a de não fazer nada.
Equipamento sem diagnóstico é chute caro. E a maior parte do ganho costuma estar antes do equipamento:
Adequação tarifária e ajuste de demanda. Economia imediata, CAPEX zero.
Armazenamento e geração, dimensionados pelo que o estudo mostrou.
Telemetria e O&M — porque economia que não é acompanhada se perde com o tempo.
É um estudo técnico com entregável, e sim, é remunerado. É justamente isso que nos permite recomendar não investir quando é o caso.
As faturas dos últimos 12 meses. A partir delas dizemos se é preciso medição adicional.
Manda junto. Comparar premissas costuma ser produtivo — e se o estudo já estiver certo, a gente diz.
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Doze meses de fatura bastam para a gente dizer se há dinheiro na mesa — e quanto.