Demanda contratada é uma reserva de potência que você paga todo mês, use ou não. Ela é dimensionada pelo seu pico — e o pico costuma durar minutos.
A bateria entra exatamente nos instantes de pico e corta o topo da curva. Com o pico sob controle, a demanda contratada pode cair — e essa economia é fixa, mês após mês.
A curva de carga mostra quando, quanto tempo e com que altura os picos acontecem.
Quanto de demanda dá para reduzir com segurança, sem risco de ultrapassagem.
A potência da bateria vem da altura do pico; a energia, da duração dele.
Telemetria vigia o patamar continuamente. Se o perfil mudar, o alarme avisa antes da multa.
É a primeira coisa que o diagnóstico verifica — e a que dá retorno mais rápido, porque não tem CAPEX:
Conferir se a modalidade tarifária contratada é a certa para o seu perfil.
Renegociar o kW contratado ao patamar que a sua operação realmente usa.
Quando o pico é estrutural e não dá para achatar sem armazenar.
Muitas vezes sim — e é sempre o que testamos primeiro. Adequação tarifária e ajuste da demanda contratada não exigem investimento e resolvem uma parte relevante dos casos.
Ultrapassar e pagar multa. Por isso a redução só é proposta junto com o mecanismo que segura o pico — seja gestão, seja bateria.
Funciona. A demanda é cobrada pela distribuidora independentemente de onde você compra a energia, então o ganho existe nos dois ambientes.
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